Alguns fatos sobre brinquedos (dados dos Estados Unidos)
A cada ano, aproximadamente 111.000 crianças com menos de 14 anos de idade são atendidas em emergências hospitalares por lesões relacionadas a brinquedos.
Em 1996, mais de 450.000 crianças com menos de 14 anos de idade procuraram atendimento de emergência por lesões devidas ao uso de bicicletas, skates ou patins. Ao comprar brinquedos desse tipo, não esqueça de comprar também capacetes, roupas refletivas, buzina, joelheiras, cotoveleiras e protetores de pulso.
Algumas dicas para comprar brinquedos
Ao comprar brinquedos para crianças, pense GRANDE. Todas as partes do brinquedo devem ser maiores do que o pulso da criança para prevenir o sufocamento. Se um brinquedo passar por dentro do tubo de papelão de um rolo de papel higiênico, ele é muito pequeno para crianças pequenas.
Leia com atenção as instruções, indicação de idade e cuidados do fabricante antes de comprar. As recomendações de faixa etária levam em consideração as habilidades cognitivas da criança, bem como os aspectos de segurança do brinquedo, que se for indicado para uma idade muito superior ou muito inferior a da criança, pode ser usado inadequadamente, causando lesões.
Oriente a criança quanto ao uso adequado do brinquedo.
Evite dardos, brinquedos autopropelidos ou que emitem som de alto volume, pois podem causar danos aos olhos ou ouvidos.
Procure brinquedos de construção robusta. Peças pequenas (como os olhos) em animais de pelúcia devem ser firmemente costuradas e não somente coladas ou fixadas com grampos.
Evite brinquedos com cordas, alças ou fitas maiores do que 15 cm, pois podem resultar em estrangulamento.
Escolha uma caixa de brinquedos cuja tampa permaneça aberta em várias posições para evitar lesões pela queda da tampa sobre a criança.
9 de abr. de 2010
Cuidado previna os acidentes.
Veja mais sobre:
0 a 1 ano,
2 a 3 anos,
4 a 5 anos,
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7 de abr. de 2010
O que seu filho deve comer e quanto?
até 6 meses:
Apenas leite materno, não é preciso água nem chá.
A partir do 6º mês
Papinha passada na peneira fina feita com caldo de carne de boi, cereais, legumes e verduras. Na sobremesa, frutas frescas não-ácidas, amassadas e raspadas.
6 meses e 15 dias
Acrescente gema de ovo em pequenos pedaços.
7 meses
Inclua na papa feijão, lentilha e outras leguminosas. Para a sobremesa, gelatina e flã de baunilha.
8 meses
Iogurte e coalhada de sobremesa.
9 meses
Carne moída, frango e fígado na sopa. A comida deve passar a ser amassada com o garfo.
10 meses
Inclua clara de ovo e ovos de codorna. De sobremesa, queijos magros e doces em geral, com exceção de chocolate.
11 meses
A comida ganha miúdos de frango, peixe e outros tipos de carne.
1 ano e 3 meses
Todos os alimentos são liberados.
Calcule o quanto seu filho deve comer:
Necessidade diária de calorias com base no peso da criança.
Até 10 quilos – 100 calorias por quilo.
De 10 a 20 quilos – começando com 1000 calorias, acrescente 50 calorias para cada quilo acima dos 10 quilos.
Acima de 20 quilos – começando com 1500 calorias, acrecente 20 calorias para cada quilo acima dos 20 quilos.
*Este calculo só pode ser utilizado para crianças de até 8 anos, que pesam em média 27 quilos.
Depois disso, o cálculo volta a ser simples: 60 calorias por quilo.
Apenas leite materno, não é preciso água nem chá.
A partir do 6º mês
Papinha passada na peneira fina feita com caldo de carne de boi, cereais, legumes e verduras. Na sobremesa, frutas frescas não-ácidas, amassadas e raspadas.
6 meses e 15 dias
Acrescente gema de ovo em pequenos pedaços.
7 meses
Inclua na papa feijão, lentilha e outras leguminosas. Para a sobremesa, gelatina e flã de baunilha.
8 meses
Iogurte e coalhada de sobremesa.
9 meses
Carne moída, frango e fígado na sopa. A comida deve passar a ser amassada com o garfo.
10 meses
Inclua clara de ovo e ovos de codorna. De sobremesa, queijos magros e doces em geral, com exceção de chocolate.
11 meses
A comida ganha miúdos de frango, peixe e outros tipos de carne.
1 ano e 3 meses
Todos os alimentos são liberados.
Calcule o quanto seu filho deve comer:
Necessidade diária de calorias com base no peso da criança.
Até 10 quilos – 100 calorias por quilo.
De 10 a 20 quilos – começando com 1000 calorias, acrescente 50 calorias para cada quilo acima dos 10 quilos.
Acima de 20 quilos – começando com 1500 calorias, acrecente 20 calorias para cada quilo acima dos 20 quilos.
*Este calculo só pode ser utilizado para crianças de até 8 anos, que pesam em média 27 quilos.
Depois disso, o cálculo volta a ser simples: 60 calorias por quilo.
Texto desenvolvido por:
Paula Cavalini
Nutricionista
Educadora Física
Fisiologista do Exercício
Atende na Clinica Emporium Saúde
Veja mais sobre:
0 a 1 ano,
2 a 3 anos,
alimentação,
saúde
Como enfrentar a inevitável guerra para fazer seu filho se alimentar direito, e na hora certa .
A atitude das crianças à mesa é uma das principais fontes de angústia dos pais. Quando vão ao pediatra, eles escutam que é preciso garantir ao filho uma alimentação balanceada, resultado da oferta de porções equilibradas de carboidrato, proteína, vegetais e frutas. Ao tentar colocar em prática as orientações do médico, dá-se o desastre. A criança não quer verduras nem legumes, recusa o ovo, chora, faz birra. Dá até saudade do tempo em que se criava um bebê apenas com leite materno, ou quando, com 6 ou 7 meses, seu filho só tomava papinha.
Em alguns casos, os erros à mesa acontecem por preguiça dos pais. Dá um trabalho indescritível vigiar pessoalmente ou orientar a babá a verificar o que o menino comeu – e mais trabalho ainda dizer "não" algumas vezes durante a tarde porque seu filho quer comer uma bolachinha fora de hora. Como o lar não é um quartel, admitem-se algumas concessões, desde que sejam pequenas. Uma delas é que as exigências durante os fins de semana não precisam ser tão duras quanto nos dias úteis. Outra concessão está ligada a preferências do garoto. Se seu filho prefere frango grelhado ao ensopado, não há por que não lhe agradar. Trocas são aceitas, mas sempre do mesmo grupo alimentar.
A introdução da alimentação sólida, igual à dos pais, que acontece depois de 1 ano de vida, exige mais convicção do que propriamente firmeza. A tarefa central dos adultos não é garantir que o filho coma tudo o que está no prato. Cabe a eles apenas oferecer à criança um cardápio variado. E ela escolhe o que vai querer.
A conduta exige convicção porque, se seu filho disser que não quer mais nada e o prato ainda estiver cheio, você precisa estar pronto para dizer a seguinte frase: "Muito bem, se a fome já acabou, pode sair da mesa, mas saiba que não vai comer nada até a próxima refeição". Além de falar isso, é preciso cumprir. Os especialistas no assunto garantem que a repetição do alerta e seu cumprimento farão com que a criança pense duas vezes antes de interromper o almoço se ainda estiver com fome.
Os trabalhos científicos sobre alimentação mostram que, na maior parte das vezes, são os pais os responsáveis pelo comportamento impróprio dos filhos à mesa. Compreende-se o que acontece. Os pais aprendem que a alimentação equilibrada até os 5 anos é essencial para o desenvolvimento físico e mental da criança (o que é verdade) e que comer bem reduz o risco de contrair doenças (o que também é verdade). Só que, em vez de manterem a convicção da alimentação na hora certa, da proibição da "boquinha", os pais se perdem entre dois caminhos.
Uma parte acaba tolerando a troca do alimento recusado por outro já durante a refeição. Não dá para admitir nenhum acordo que substitua a verdura pela batata frita. Há os pais que adotam os jogos e a chantagem. São aquelas cenas comuns em restaurante nas quais se vêem adultos propondo aos menores barganhas variadas: "Se comer o feijão, pode tomar sorvete" ou "se raspar o prato, vai ao cinema". Fuja dessa prática. A criança precisa se alimentar pela mesma razão por que toma banho. Trata-se de uma necessidade.
Em alguns casos, os erros à mesa acontecem por preguiça dos pais. Dá um trabalho indescritível vigiar pessoalmente ou orientar a babá a verificar o que o menino comeu – e mais trabalho ainda dizer "não" algumas vezes durante a tarde porque seu filho quer comer uma bolachinha fora de hora. Como o lar não é um quartel, admitem-se algumas concessões, desde que sejam pequenas. Uma delas é que as exigências durante os fins de semana não precisam ser tão duras quanto nos dias úteis. Outra concessão está ligada a preferências do garoto. Se seu filho prefere frango grelhado ao ensopado, não há por que não lhe agradar. Trocas são aceitas, mas sempre do mesmo grupo alimentar.
Preparados para a guerra?
Texto desenvolvido por:
Paula Cavalini
Nutricionista
Educadora Física
Fisiologista do Exercício
Atende na Clinica Emporium Saúde
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0 a 1 ano,
4 a 5 anos,
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orientação,
saúde
Descobrindo uma nova fase!
A entrada no Ensino Fundamental I representa uma das mais importantes fases da aprendizagem. Para a criança é uma imensa novidade a aquisição da escrita e da leitura, o que causa expectativa e ansiedade em todos os envolvidos.
Para que esta fase tenha sucesso, os jogos e brincadeiras são grandes auxiliadores no desenvolvimento das habilidades necessárias que antecedem o processo de alfabetização, já que enquanto a criança brinca, assimila valores e conceitos.
Por exemplo, se a criança apresenta problemas de estruturação espacial (no nível de noção de direção), pode ter dificuldades para distinguir um “b” de um “d” ou um “p” de um “q”, caso não perceba a diferença entre direita e esquerda, pode confundir “21” e “12”.
A participação dos pais nesse processo é indispensável. Em casa, os pais podem auxiliar a criança com alguns instrumentos, o alfabeto móvel é um deles. Precisamos ter claro que o Ensino Fundamental I inicia-se aos seis anos, o antigo Pré passou a ser o 1º ano. Por isso, as brincadeiras, as músicas não estão desvinculadas do ensino nesta fase, aliás, para uma formação integral e efetiva, se faz necessária uma educação que leve em consideração o físico, o emocional, o social e o cognitivo.
Para que esta fase tenha sucesso, os jogos e brincadeiras são grandes auxiliadores no desenvolvimento das habilidades necessárias que antecedem o processo de alfabetização, já que enquanto a criança brinca, assimila valores e conceitos.
Por exemplo, se a criança apresenta problemas de estruturação espacial (no nível de noção de direção), pode ter dificuldades para distinguir um “b” de um “d” ou um “p” de um “q”, caso não perceba a diferença entre direita e esquerda, pode confundir “21” e “12”.
A participação dos pais nesse processo é indispensável. Em casa, os pais podem auxiliar a criança com alguns instrumentos, o alfabeto móvel é um deles. Precisamos ter claro que o Ensino Fundamental I inicia-se aos seis anos, o antigo Pré passou a ser o 1º ano. Por isso, as brincadeiras, as músicas não estão desvinculadas do ensino nesta fase, aliás, para uma formação integral e efetiva, se faz necessária uma educação que leve em consideração o físico, o emocional, o social e o cognitivo.
Texto desenvolvido por:
Maria Eliane da Silva
Pedagoga especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional
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6 a 7 anos,
aprendizado,
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escola
EU QUERO. É MEU! - Comportamento de crianças de 2 a 4 anos de idade.
Se você tem um filho ou convive com crianças de 2 a 4 anos, já deve ter ouvido milhares de vezes esta frase.
A criança de 2 a 4 anos está na fase onde ela descobre que pode impor de forma mais clara a sua vontade, visto que ela pode comunicar-se bem através da fala e dos movimentos corporais. Além disso, ela vive a fase do egoísmo total e entende que todas as coisas podem ser dela quando ela bem entender. E ai de quem discordar.
É muito comum nesta fase, que sua criança chegue em casa com uma mordida que “ganhou” do amigo, ou com um bilhete registrando que ela mordeu alguém. Crianças nessa fase fazem qualquer coisa para não ter a sensação de que perderam...Moral da história: é preciso ter doses de paciência extra e impor limites com seriedade e amor.
A atuação dos pais e professores nessa fase é muito importante...é preciso que a criança entenda a importância de saber esperar e entenda que nem tudo que ela quer poderá ser seu...afinal um dia ela irá crescer e perceberá que o mundo não pode ser de uma só pessoa!
Conversar dando atenção concentrada é a melhor saída.
Sente-se ao lado de sua criança, afague, olhe bem nos olhinhos dela e explique que ela precisa aprender a esperar sua vez. O trabalho de toque, olhar, voz adequada (nem muito baixa, nem muito alta- firme e carinhosa) será imprescindível.
Lembre-se porém, que durante o todo o tempo em que você estiver conversando com sua criança, você estará sendo testado por ela. Tome cuidado para não se contradizer corporalmente. As vezes um olhar mais irado poderá estragar tudo.
Contudo, pense que por mais difícil que possa parecer, você terá bom êxito se corrigir a criança com amor e não terceirizar a educação da mesma..
É muito comum nesta fase, que sua criança chegue em casa com uma mordida que “ganhou” do amigo, ou com um bilhete registrando que ela mordeu alguém. Crianças nessa fase fazem qualquer coisa para não ter a sensação de que perderam...Moral da história: é preciso ter doses de paciência extra e impor limites com seriedade e amor.
A atuação dos pais e professores nessa fase é muito importante...é preciso que a criança entenda a importância de saber esperar e entenda que nem tudo que ela quer poderá ser seu...afinal um dia ela irá crescer e perceberá que o mundo não pode ser de uma só pessoa!
Conversar dando atenção concentrada é a melhor saída.
Sente-se ao lado de sua criança, afague, olhe bem nos olhinhos dela e explique que ela precisa aprender a esperar sua vez. O trabalho de toque, olhar, voz adequada (nem muito baixa, nem muito alta- firme e carinhosa) será imprescindível.
Lembre-se porém, que durante o todo o tempo em que você estiver conversando com sua criança, você estará sendo testado por ela. Tome cuidado para não se contradizer corporalmente. As vezes um olhar mais irado poderá estragar tudo.
Contudo, pense que por mais difícil que possa parecer, você terá bom êxito se corrigir a criança com amor e não terceirizar a educação da mesma..
Texto desenvolvido por:
Deise de Almeida Lazari
Pisicóloga- especialista em doenças pisicossomáticas.
CRP 06/56.513-3
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